41. Processo do projeto da intervenção
Nosso processo
O lugar escolhido pelo grupo foi a praça da canoa, primeiramente, realizamos uma performance para conhecer o local com o corpo e fizemos uma rede de implicações para identificar os elementos e as sensações que a praça causa. Posteriormente, fizemos entrevistas com os visitantes e os funcionários e, de acordo com elas, o lugar é um local calmo que passa despercebido por quem visita o museu, sendo muitas vezes somente um local de passagem.
Após isso começamos a pensar no que de fato seria a intervenção, mudamos de ideia muitas vezes, passando por luzes, fitas que bloqueassem a passagem e sons.
Por fim, fizemos 5 câmaras escuras e penduramos pela extensão do local para convidar as pessoas a permanecer e integrar a questão visual, colocamos um som na entrada com sensor de aproximação para chamar atenção e um som de natureza na cabana para despertar tranquilidade e curiosidade nos visitantes.
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| Fazendo as câmaras escuras |
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| Sofrendo no processo |
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| Inserindo os componentes eletrônicos |
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| A programação no Max de Sandro |
O Cauã também fez um código muito legal para o som de entrada, que é ativado quando alguém passava pela ruazinha a frente do nosso local.





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