11. Desenhos da Praça da Liberdade
Desenhos de observação na Praça da Liberdade
Após a tentativa de desenhar cantos e corredores da Escola de Arquitetura, os professores explicaram conceitos técnicos do desenho de observação que é preciso ter em mente, como a linha do horizonte e linhas e ponto de fuga. Além disso nos instruíram a não usar régua ou borracha, coisa que eu estava fazendo antes. A próxima parada é a Praça da Liberdade, para treinar mais a habilidade.
Edifício Oscar Niemeyer
OK, eu subestimei esse edifício. Achei que seria moleza. Mas é muito difícil! Essa foi minha segunda tentativa. Minha maior preocupação era não só as curvas, mas a obediência da curvatura em relação ao meu ponto de vista, afinal, quanto mais próximo do meu olhar, menos curvado seria e mais largo seria. Na minha mente tudo estava muito bem resolvido, mas minha mão e meus dedos não entenderam a incumbência.
Outra tentativa. É possível perceber como as "camadas" começam mis curvadas e estreitas no topo do prédio e conforme chega no chão, menos curvadas e mais largas, afinal era assim que eu enxergava.
Fico extremamente torto, principalmente nas laterais, que também tinham suas características a serem representadas.
Esse é outro lado no edifício e talvez seja meu desenho preferido, porque aqui eu deixei de me importar com os detalhes das sombras dos andares e omiti o limite no edifício.
Entorno da Praça
Além do Edifício Niemeyer deveria ter desenhado uma parte do conjunto arquitetônico que rodeia a praça. Eu desenhei somente o prédio do Espaço de Conhecimento da UFMG, que me chamou muita atenção (por ser mais fácil vou admitir, o do Niemeyer me deixou exausta e consumiu muito do meu tempo). Ele possui na fachada 48 quadriláteros.
Preciso voltar na Praça o quanto antes pra treinar mais.





