17. Crítica do storyboard alheio

 

Análise crítica dos Storyboards

Slide acima: Giulia Pinheiro Ruy

    







    O storyboard da Giulia é muito interessante por trazer essa ideia de início meio e fim que pode ou não ser cíclica. Ela trouxe imagens dos colegas assim como imagens novas que ela mesmo criará. As cenas são fluidas em suas transições, o que me faz imaginar se são mesmo cenas ou só uma cena. A falta de cores ou de diferenciação dá a impressão de que é uma cena só, mas é um cena que traz um desenvolvimento e um fechamento, uma história completa. O storyboard em si consegue ser bem elucidativo e claro na sua proposta, nos seus movimentos e indica muito bem a continuidade, além de contar um texto explicativo.


Escolha: Lívia Maciel de Andrade Gomes


    Em contrapartida com o storyboard de Giulia, o de Lívia não possui uma linearidade em seu decorrer, ele simplesmente acontece da forma que ela quer que aconteça. É claro, ela faz as transições de uma cena para outra obedecendo os elementos que as imagens escolhidas oferecem de forma muito bem aproveitada. Tem a inclusão de efeitos sonoros figurativos (suspense, barulho de TV) que provavelmente intencionam provocar algum sentimento em quem assiste.




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